
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| UA bot: Go-http-client | User-Agent de bot/rastreador conhecido detectado | +40 | |
| Danger strong hits: 14 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 | |
| Burst: 6 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 14 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Foreign referer seen | Referer de domínio externo não relacionado | +10 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 61.75.19.219 mostra comportamento UA suspeito. Bloqueie requisições com User-Agent vazio.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 61.75.19.219.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 21 | FTP | Medium | File Transfer Protocol — often targeted for anonymous login attacks |
| 22 | SSH | Low | Secure Shell — common brute force target for remote access |
| 80 | HTTP | Low | HTTP web server — standard web traffic |
| 1433 | MSSQL | High | Service on port 1433 |
| 3690 | Unknown | Low | Service on port 3690 |
| 8080 | HTTP-Alt | Low | HTTP alternative port — often used for admin panels or proxies |
⚠️ Foram detectadas 1 porta de alto risco em 61.75.19.219. Estes serviços não devem ser acessíveis publicamente sem regras rígidas de firewall.
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2024-38474 | NVD → |
| CVE-2020-15778 | NVD → |
| CVE-2025-66200 | NVD → |
| CVE-2013-4365 | NVD → |
| CVE-2024-38476 | NVD → |
| CVE-2024-38472 | NVD → |
| CVE-2025-49812 | NVD → |
| CVE-2025-55753 | NVD → |
| CVE-2025-32728 | NVD → |
| CVE-2013-2765 | NVD → |
| CVE-2012-4360 | NVD → |
| CVE-2019-6109 | NVD → |
| CVE-2021-36368 | NVD → |
| CVE-2013-0942 | NVD → |
| CVE-2008-3844 | NVD → |
| CVE-2016-20012 | NVD → |
| CVE-2024-27316 | NVD → |
| CVE-2023-48795 | NVD → |
| CVE-2019-6111 | NVD → |
| CVE-2021-41617 | NVD → |
| CVE-2023-51767 | NVD → |
| CVE-2024-38473 | NVD → |
| CVE-2025-58098 | NVD → |
| CVE-2018-15473 | NVD → |
| CVE-2007-2768 | NVD → |
🔴 Este host possui 58 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Este volume sugere software severamente desatualizado. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
61.75.19.219 has been assigned a threat score of 220/100 (Critical). Isso o coloca na categoria de ameaça crítica. O bloqueio imediato é fortemente recomendado em todos os perímetros de rede.
The following attack categories were identified:
O endereço IP 61.75.19.219 foi rastreado até Geumcheon-gu, South Korea, operando na rede de Korea Telecom. Nossos sistemas de detecção de ameaças sinalizaram este endereço com base em padrões de comportamento malicioso observados. Nossos sensores capturaram 1 requisições maliciosas deste endereço em um período de 1 dias, refletindo uma cadência de ataque sustentada de ~1 requisições por dia. O endereço é classificado como residencial. Atividade maliciosa de IPs residenciais tipicamente indica comprometimento de dispositivo ou participação em botnet. Dois padrões de ataque foram identificados (User-Agent Anomaly e Request Flooding), sugerindo uma campanha semi-automatizada que visa múltiplas vulnerabilidades. South Korea atualmente responde por 101 IPs bloqueados em nosso banco de dados, sendo uma fonte significativa de tráfego malicioso. Uma pontuação de 220/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP is classified as residential, suggesting it may belong to a compromised home device, IoT botnet member, or an infected personal computer. Residential IPs involved in attacks often indicate malware infection without the owner's knowledge.
Examining HTTP headers beyond User-Agent reveals attack tools and automated scripts. Missing standard headers, unusual ordering, non-standard values, and inconsistencies with claimed client identity all serve as reliable detection signals.
Effective rate limiting must balance protection against abuse with allowing legitimate traffic bursts. Sliding window algorithms, token buckets, and adaptive thresholds based on client reputation provide layered defense against flooding attacks.