
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger medium hits: 1 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +10 | |
| UA bot: Go-http-client | User-Agent de bot/rastreador conhecido detectado | +40 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
Detectamos 6571 IPs maliciosos neste sistema autônomo.
IP 31.171.130.129 mostra comportamento UA suspeito. Bloqueie requisições com User-Agent vazio.
Outros IPs bloqueados da mesma sub-rede /24 — indica abuso sistemático desta faixa de rede.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
31.171.130.129 has been assigned a threat score of 50/100 (Medium). Esta é uma ameaça moderada. Embora não seja a mais perigosa, este IP mostra padrões que justificam monitoramento e possível limitação de taxa.
The following attack categories were identified:
O endereço 31.171.130.129 se origina de Slough, United Kingdom, operando na rede de F.N.S. HOLDINGS LIMITED. Foi identificado por meio de análise automatizada do tráfego de rede nos endpoints monitorados. Ao longo de 1 dias, este IP gerou 53 requisições maliciosas, com média de aproximadamente 53 requisições por dia. Operando a partir de infraestrutura de datacenter, este IP é típico de endereços usados em operações de ataque organizadas. Detectadas anomalias suspeitas de User-Agent incluindo strings UA vazias, falsificadas ou em rotação rápida. Nossos registros mostram 3,265 IPs maliciosos originados de United Kingdom, posicionando-o como um contribuinte importante para atividade de ameaças global. A pontuação de 50/100 justifica monitoramento ativo e limitação de taxa.
This IP belongs to a hosting or data center provider. Malicious traffic from hosting infrastructure often originates from compromised VPS instances, rented servers used for scanning campaigns, or abused free-tier cloud accounts. Hosting providers typically respond to abuse reports within 24-72 hours.
SQL injection remains one of the most common web attack vectors. Attackers inject malicious SQL code through input fields to extract database contents, modify data, or gain administrative access. Automated scanners test for SQLi vulnerabilities at massive scale.
Modern deception technology deploys fake credentials, decoy files, and breadcrumbs throughout production environments. When attackers interact with these deceptions, high-fidelity alerts trigger with virtually zero false positives.