
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger strong hits: 13 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 | |
| Burst: 7 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 13 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Foreign referer seen | Referer de domínio externo não relacionado | +10 | |
| Danger strong hits: 6 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 | |
| 404 ratio >= 60% | Maioria das solicitações retornou 404 — enumeração | +25 | |
| Burst: 6 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 209.74.67.41.
IP 209.74.67.41 está enumerando diretórios. Configure fail2ban com jail apache-404 após 10+ erros 404.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 21 | FTP | Medium | File Transfer Protocol — often targeted for anonymous login attacks |
| 80 | HTTP | Low | HTTP web server — standard web traffic |
| 443 | HTTPS | Low | HTTPS web server — encrypted web traffic |
⚠️ Foram detectadas 1 porta de alto risco em 209.74.67.41. Estes serviços não devem ser acessíveis publicamente sem regras rígidas de firewall.
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2018-20677 | NVD → |
| CVE-2019-8331 | NVD → |
| CVE-2018-14040 | NVD → |
| CVE-2025-14178 | NVD → |
| CVE-2018-14042 | NVD → |
| CVE-2007-3205 | NVD → |
| CVE-2016-10735 | NVD → |
| CVE-2013-2220 | NVD → |
| CVE-2018-20676 | NVD → |
| CVE-2025-14177 | NVD → |
| CVE-2024-3566 | NVD → |
| CVE-2025-14180 | NVD → |
🔴 Este host possui 12 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Este volume sugere software severamente desatualizado. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
209.74.67.41 has been assigned a threat score of 180/100 (Critical). Esta é uma ameaça de nível crítico. Administradores de sistemas devem tratar este IP como hostil e bloquear todas as conexões de entrada sem exceção.
The following attack categories were identified:
O endereço 209.74.67.41 se origina de Singapore, Singapore, operando na rede de Namecheap, Inc.. Foi identificado por meio de análise automatizada do tráfego de rede nos endpoints monitorados. Durante sua janela de observação de 1 dias, registramos 2 requisições hostis deste IP — aproximadamente 2 por dia em média. Este é um endereço IP residencial, sugerindo um dispositivo doméstico comprometido como roteador, aparelho inteligente ou estação de trabalho infectada participando de uma botnet. Dois padrões de ataque foram identificados (Request Flooding e Path Enumeration), sugerindo uma campanha semi-automatizada que visa múltiplas vulnerabilidades. Uma pontuação de 180/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP is classified as residential, suggesting it may belong to a compromised home device, IoT botnet member, or an infected personal computer. Residential IPs involved in attacks often indicate malware infection without the owner's knowledge.
Brute force attacks systematically try username and password combinations to gain unauthorized access. Modern attacks leverage credential databases from previous breaches, testing millions of combinations using distributed botnets across multiple IP addresses.
Buffer overflow vulnerabilities remain relevant in C/C++ applications despite decades of mitigation efforts. Modern protections like ASLR, stack canaries, and DEP reduce exploitability but determined attackers continue finding bypass techniques.