
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger strong hits: 39 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 | |
| Danger medium hits: 35 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +60 | |
| Burst: 5 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 17 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 6 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 18 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 209.38.92.112.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
209.38.92.112 has been assigned a threat score of 230/100 (Critical). Uma pontuação tão alta marca um ator de ameaça crítico. Este endereço demonstrou comportamento malicioso persistente e agressivo em múltiplos vetores de detecção.
The following attack categories were identified:
Nossa infraestrutura de monitoramento identificou 209.38.92.112, geolocalizado em Sydney, Australia, operando na rede de DigitalOcean, LLC, como fonte de atividade de rede suspeita. Nossos sensores capturaram 5 requisições maliciosas deste endereço em um período de 1 dias, refletindo uma cadência de ataque sustentada de ~5 requisições por dia. Classificado como IP de hosting, este endereço provavelmente funciona em um servidor alugado ou instância em nuvem. Ataques baseados em taxa deste IP visam sobrecarregar recursos do servidor através de inundação de requisições de alto volume. Uma pontuação de 230/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP belongs to a hosting or data center provider. Malicious traffic from hosting infrastructure often originates from compromised VPS instances, rented servers used for scanning campaigns, or abused free-tier cloud accounts. Hosting providers typically respond to abuse reports within 24-72 hours.
Request smuggling exploits differences in how front-end and back-end servers parse HTTP requests. This technique can bypass security controls, poison web caches, and hijack other users sessions by desynchronizing request boundaries.
Internet of Things devices are prime targets for botnet recruitment due to weak default credentials, infrequent updates, and always-on connectivity. Compromised IoT devices generate persistent scanning and attack traffic without their owners knowledge.