
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| UA bot: python | User-Agent de bot/rastreador conhecido detectado | +40 | |
| Burst: 16 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 32 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 7 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 14 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 209.141.49.199 mostra comportamento UA suspeito. Bloqueie requisições com User-Agent vazio.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 209.141.49.199.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 135 | Unknown | Low | Service on port 135 |
| 445 | SMB | Critical | SMB file sharing — high-risk for EternalBlue and ransomware |
| 3389 | RDP | High | Remote Desktop Protocol — primary target for ransomware attacks |
| 5357 | Unknown | Low | Service on port 5357 |
| 5985 | Unknown | Low | Service on port 5985 |
| 8080 | HTTP-Alt | Low | HTTP alternative port — often used for admin panels or proxies |
⚠️ Foram detectadas 2 portas de alto risco em 209.141.49.199. RDP exposto (3389) é o vetor #1 para ataques de ransomware. SMB (445) exposto está associado à propagação de worms e exploits EternalBlue. Estes serviços não devem ser acessíveis publicamente sem regras rígidas de firewall.
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2020-0796 | NVD → |
🔴 Este host possui 1 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Mesmo um pequeno número de CVEs pode representar risco significativo. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
209.141.49.199 has been assigned a threat score of 110/100 (Critical). Esta é uma ameaça de nível crítico. Administradores de sistemas devem tratar este IP como hostil e bloquear todas as conexões de entrada sem exceção.
The following attack categories were identified:
209.141.49.199 está registrado em Las Vegas, United States, operando na rede de FranTech Solutions. Este IP apareceu pela primeira vez em nossos feeds de ameaças após acionar múltiplas assinaturas de detecção comportamental. Durante sua janela de observação de 1 dias, registramos 3 requisições hostis deste IP — aproximadamente 3 por dia em média. Este é um endereço IP residencial, sugerindo um dispositivo doméstico comprometido como roteador, aparelho inteligente ou estação de trabalho infectada participando de uma botnet. Dois padrões de ataque foram identificados (User-Agent Anomaly e Request Flooding), sugerindo uma campanha semi-automatizada que visa múltiplas vulnerabilidades. Nossos registros mostram 141 IPs maliciosos originados de United States, posicionando-o como um contribuinte significativa para atividade de ameaças global. Uma pontuação de 110/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP is classified as residential, suggesting it may belong to a compromised home device, IoT botnet member, or an infected personal computer. Residential IPs involved in attacks often indicate malware infection without the owner's knowledge.
Analyzing User-Agent strings reveals automated tools masquerading as legitimate browsers. Inconsistencies between claimed browser capabilities and actual behavior, impossible version combinations, and known scanner signatures help identify malicious clients.
TLS fingerprinting creates unique identifiers based on how clients negotiate encrypted connections. The JA3 and JA4 methods generate hashes from TLS ClientHello parameters, enabling identification of specific tools and malware regardless of IP address changes.