
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger strong hits: 7 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 | |
| Burst: 11 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 11 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 195.63.31.134.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
195.63.31.134 has been assigned a threat score of 170/100 (Critical). Isso representa um nível de risco crítico. Nossos sistemas de detecção identificaram múltiplos indicadores de alta confiança de intenção maliciosa.
The following attack categories were identified:
A análise de inteligência de ameaças vinculou 195.63.31.134 a atividade maliciosa originada de Berlin, Germany, operando na rede de ecotel communication ag. O endereço está sob observação desde sua detecção inicial. Durante sua janela de observação de 1 dias, registramos 1 requisições hostis deste IP — aproximadamente 1 por dia em média. Este é um endereço IP residencial, sugerindo um dispositivo doméstico comprometido como roteador, aparelho inteligente ou estação de trabalho infectada participando de uma botnet. Ataques baseados em taxa deste IP visam sobrecarregar recursos do servidor através de inundação de requisições de alto volume. Nossos registros mostram 15 IPs maliciosos originados de Germany, posicionando-o como um contribuinte notável para atividade de ameaças global. Com uma pontuação de 170/100, este IP está entre os mais perigosos do nosso banco de dados. Bloqueio imediato e completo é fortemente recomendado.
This IP is classified as residential, suggesting it may belong to a compromised home device, IoT botnet member, or an infected personal computer. Residential IPs involved in attacks often indicate malware infection without the owner's knowledge.
Request smuggling exploits differences in how front-end and back-end servers parse HTTP requests. This technique can bypass security controls, poison web caches, and hijack other users sessions by desynchronizing request boundaries.
Network telescopes monitor large blocks of unused IP address space. Since no legitimate traffic should reach these addresses, all observed traffic represents scanning, backscatter from spoofed attacks, or misconfiguration — providing pure signal for threat analysis.