
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger medium hits: 6 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +60 | |
| 404 ratio 40-60% | Maioria das solicitações retornou 404 — enumeração | +15 | |
| Probe pattern 302->404 same path | Anomalia comportamental detectada automaticamente | +20 | |
| Burst: 5 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Foreign referer seen | Referer de domínio externo não relacionado | +10 | |
| Danger medium hits: 8 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +60 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 194.4.171.123 está enumerando diretórios. Configure fail2ban com jail apache-404 após 10+ erros 404.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 194.4.171.123.
Outros IPs bloqueados da mesma sub-rede /24 — indica abuso sistemático desta faixa de rede.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 3128 | Unknown | Low | Service on port 3128 |
| 8000 | Unknown | Low | Service on port 8000 |
| 8080 | HTTP-Alt | Low | HTTP alternative port — often used for admin panels or proxies |
| 8800 | Unknown | Low | Service on port 8800 |
| 21242 | Unknown | Low | Service on port 21242 |
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2019-12519 | NVD → |
| CVE-2019-18676 | NVD → |
| CVE-2019-12523 | NVD → |
| CVE-2016-4554 | NVD → |
| CVE-2018-19132 | NVD → |
| CVE-2024-45802 | NVD → |
| CVE-2018-19131 | NVD → |
| CVE-2020-24606 | NVD → |
| CVE-2025-59362 | NVD → |
| CVE-2021-28652 | NVD → |
| CVE-2021-28116 | NVD → |
| CVE-2019-12529 | NVD → |
| CVE-2019-18677 | NVD → |
| CVE-2019-13345 | NVD → |
| CVE-2023-5824 | NVD → |
| CVE-2020-8449 | NVD → |
| CVE-2020-25097 | NVD → |
| CVE-2015-5400 | NVD → |
| CVE-2019-18860 | NVD → |
| CVE-2020-8517 | NVD → |
| CVE-2023-46846 | NVD → |
| CVE-2019-12522 | NVD → |
| CVE-2016-3947 | NVD → |
| CVE-2019-12524 | NVD → |
| CVE-2024-37894 | NVD → |
🔴 Este host possui 57 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Este volume sugere software severamente desatualizado. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
194.4.171.123 has been assigned a threat score of 140/100 (Critical). Esta é uma ameaça de nível crítico. Administradores de sistemas devem tratar este IP como hostil e bloquear todas as conexões de entrada sem exceção.
The following attack categories were identified:
O endereço IP 194.4.171.123 foi rastreado até Tallinn, EE, operando na rede de XT GLOBAL NETWORKS LTD.. Nossos sistemas de detecção de ameaças sinalizaram este endereço com base em padrões de comportamento malicioso observados. Durante sua janela de observação de 8 dias, registramos 2 requisições hostis deste IP — aproximadamente 0.3 por dia em média. Este é um endereço IP residencial, sugerindo um dispositivo doméstico comprometido como roteador, aparelho inteligente ou estação de trabalho infectada participando de uma botnet. Dois padrões de ataque foram identificados (Path Enumeration e Request Flooding), sugerindo uma campanha semi-automatizada que visa múltiplas vulnerabilidades. Nossos registros mostram 39 IPs maliciosos originados de EE, posicionando-o como um contribuinte notável para atividade de ameaças global. Com uma pontuação de 140/100, este IP está entre os mais perigosos do nosso banco de dados. Bloqueio imediato e completo é fortemente recomendado.
This IP is classified as residential, suggesting it may belong to a compromised home device, IoT botnet member, or an infected personal computer. Residential IPs involved in attacks often indicate malware infection without the owner's knowledge.
SQL injection remains one of the most common web attack vectors. Attackers inject malicious SQL code through input fields to extract database contents, modify data, or gain administrative access. Automated scanners test for SQLi vulnerabilities at massive scale.
Deepfake audio and video enable convincing impersonation of executives and trusted individuals. Real-time voice cloning has been used in successful fraud campaigns, adding a new dimension to social engineering that traditional security training does not address.