
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger medium hits: 1 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +10 | |
| UA bot: Go-http-client | User-Agent de bot/rastreador conhecido detectado | +40 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 194.32.120.26 mostra comportamento UA suspeito. Bloqueie requisições com User-Agent vazio.
Outros IPs bloqueados da mesma sub-rede /24 — indica abuso sistemático desta faixa de rede.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
194.32.120.26 has been assigned a threat score of 50/100 (Medium). O IP apresenta um risco de nível médio. Considere implementar limites de taxa e registro aprimorado para tráfego deste endereço.
The following attack categories were identified:
O endereço 194.32.120.26 se origina de London, United Kingdom, operando na rede de UK Dedicated Servers Limited. Foi identificado por meio de análise automatizada do tráfego de rede nos endpoints monitorados. Ao longo de 1 dias, este IP gerou 39 requisições maliciosas, com média de aproximadamente 39 requisições por dia. Classificado como IP de hosting, este endereço provavelmente funciona em um servidor alugado ou instância em nuvem. Detectadas anomalias suspeitas de User-Agent incluindo strings UA vazias, falsificadas ou em rotação rápida. United Kingdom atualmente responde por 186 IPs bloqueados em nosso banco de dados, sendo uma fonte significativa de tráfego malicioso. A pontuação de 50/100 justifica monitoramento ativo e limitação de taxa.
This IP belongs to a hosting or data center provider. Malicious traffic from hosting infrastructure often originates from compromised VPS instances, rented servers used for scanning campaigns, or abused free-tier cloud accounts. Hosting providers typically respond to abuse reports within 24-72 hours.
SQL injection remains one of the most common web attack vectors. Attackers inject malicious SQL code through input fields to extract database contents, modify data, or gain administrative access. Automated scanners test for SQLi vulnerabilities at massive scale.
Internet traffic routing through a limited number of submarine cables and exchange points creates natural chokepoints. Understanding these routing patterns helps explain geographic clustering of certain attack types and latency-based scanning behaviors.