
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| UA changed for same IP | Múltiplos User-Agents — técnica de rotação de bot | +25 | |
| 404 ratio >= 60% | Maioria das solicitações retornou 404 — enumeração | +25 | |
| Probe pattern 302->404 same path | Anomalia comportamental detectada automaticamente | +20 | |
| Burst: 141 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 141 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Foreign referer seen | Referer de domínio externo não relacionado | +10 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 185.225.33.130 mostra comportamento UA suspeito. Bloqueie requisições com User-Agent vazio.
IP 185.225.33.130 está enumerando diretórios. Configure fail2ban com jail apache-404 após 10+ erros 404.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 185.225.33.130.
Outros IPs bloqueados da mesma sub-rede /24 — indica abuso sistemático desta faixa de rede.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 21 | FTP | Medium | File Transfer Protocol — often targeted for anonymous login attacks |
| 22 | SSH | Low | Secure Shell — common brute force target for remote access |
| 80 | HTTP | Low | HTTP web server — standard web traffic |
⚠️ Foram detectadas 1 porta de alto risco em 185.225.33.130. Estes serviços não devem ser acessíveis publicamente sem regras rígidas de firewall.
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2008-3844 | NVD → |
| CVE-2024-6387 | NVD → |
| CVE-2025-32728 | NVD → |
| CVE-2023-51767 | NVD → |
| CVE-2007-2768 | NVD → |
| CVE-2025-26465 | NVD → |
| CVE-2025-26466 | NVD → |
🔴 Este host possui 7 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Múltiplas vulnerabilidades sugerem falhas no gerenciamento de patches. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
185.225.33.130 has been assigned a threat score of 150/100 (Critical). Com esta classificação, o IP se enquadra na faixa de severidade crítica — entre os endereços mais perigosos em nosso banco de dados de monitoramento.
The following attack categories were identified:
Nossa infraestrutura de monitoramento identificou 185.225.33.130, geolocalizado em St Petersburg, Russia, operando na rede de BEGET.RU, como fonte de atividade de rede suspeita. Durante sua janela de observação de 1 dias, registramos 1 requisições hostis deste IP — aproximadamente 1 por dia em média. O IP é classificado como infraestrutura de hosting/datacenter, comumente associado a servidores alugados para campanhas de ataque automatizadas, comando e controle de botnets, ou varredura de vulnerabilidades em escala. A combinação de 3 vetores de ataque distintos indica um ator de ameaça sofisticado implantando ferramentas automatizadas que sondam múltiplas superfícies de ataque simultaneamente. Nossos registros mostram 120 IPs maliciosos originados de Russia, posicionando-o como um contribuinte significativa para atividade de ameaças global. Uma pontuação de 150/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP belongs to a hosting or data center provider. Malicious traffic from hosting infrastructure often originates from compromised VPS instances, rented servers used for scanning campaigns, or abused free-tier cloud accounts. Hosting providers typically respond to abuse reports within 24-72 hours.
Examining HTTP headers beyond User-Agent reveals attack tools and automated scripts. Missing standard headers, unusual ordering, non-standard values, and inconsistencies with claimed client identity all serve as reliable detection signals.
Passive DNS databases record historical DNS resolution data, enabling analysts to track domain changes, identify related infrastructure, and discover malicious domains sharing hosting with known threats. This historical context is invaluable for threat investigation.