
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger medium hits: 6 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +60 | |
| 404 ratio 40-60% | Maioria das solicitações retornou 404 — enumeração | +15 | |
| Probe pattern 302->404 same path | Anomalia comportamental detectada automaticamente | +20 | |
| Burst: 5 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Foreign referer seen | Referer de domínio externo não relacionado | +10 | |
| Burst: 6 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 172.245.149.227 está enumerando diretórios. Configure fail2ban com jail apache-404 após 10+ erros 404.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 172.245.149.227.
Outros IPs bloqueados da mesma sub-rede /24 — indica abuso sistemático desta faixa de rede.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 8000 | Unknown | Low | Service on port 8000 |
| 8800 | Unknown | Low | Service on port 8800 |
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2020-24606 | NVD → |
| CVE-2020-15811 | NVD → |
| CVE-2023-49285 | NVD → |
| CVE-2019-12528 | NVD → |
| CVE-2019-12522 | NVD → |
| CVE-2016-10003 | NVD → |
| CVE-2019-18677 | NVD → |
| CVE-2020-8450 | NVD → |
| CVE-2026-33515 | NVD → |
| CVE-2019-18676 | NVD → |
| CVE-2018-1000024 | NVD → |
| CVE-2023-46847 | NVD → |
| CVE-2019-12520 | NVD → |
| CVE-2019-12524 | NVD → |
| CVE-2021-46784 | NVD → |
| CVE-2020-8517 | NVD → |
| CVE-2018-19131 | NVD → |
| CVE-2021-31806 | NVD → |
| CVE-2023-49286 | NVD → |
| CVE-2025-62168 | NVD → |
| CVE-2024-45802 | NVD → |
| CVE-2023-46846 | NVD → |
| CVE-2024-37894 | NVD → |
| CVE-2019-18678 | NVD → |
| CVE-2020-25097 | NVD → |
🔴 Este host possui 59 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Este volume sugere software severamente desatualizado. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
172.245.149.227 has been assigned a threat score of 140/100 (Critical). Isso representa um nível de risco crítico. Nossos sistemas de detecção identificaram múltiplos indicadores de alta confiança de intenção maliciosa.
The following attack categories were identified:
O endereço IP 172.245.149.227 foi rastreado até Buffalo, United States, operando na rede de HostPapa. Nossos sistemas de detecção de ameaças sinalizaram este endereço com base em padrões de comportamento malicioso observados. Nossos sensores capturaram 2 requisições maliciosas deste endereço em um período de 4 dias, refletindo uma cadência de ataque sustentada de ~0.5 requisições por dia. Operando a partir de uma rede residencial, este IP pode representar um gateway doméstico comprometido ou dispositivo IoT recrutado para uma infraestrutura de ataque maior. Dois padrões de ataque foram identificados (Path Enumeration e Request Flooding), sugerindo uma campanha semi-automatizada que visa múltiplas vulnerabilidades. Nossos registros mostram 207 IPs maliciosos originados de United States, posicionando-o como um contribuinte significativa para atividade de ameaças global. Com uma pontuação de 140/100, este IP está entre os mais perigosos do nosso banco de dados. Bloqueio imediato e completo é fortemente recomendado.
This IP is classified as residential, suggesting it may belong to a compromised home device, IoT botnet member, or an infected personal computer. Residential IPs involved in attacks often indicate malware infection without the owner's knowledge.
Command injection occurs when attackers insert operating system commands through application inputs. Successful exploitation grants direct server access, enabling data theft, malware installation, and lateral movement across networks.
SSH servers face constant brute force attacks targeting common usernames and weak passwords. Key-based authentication, fail2ban, non-standard ports, and IP allowlisting dramatically reduce the attack surface. Monitoring auth logs reveals active campaigns and compromised credentials.