
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger strong hits: 2 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +50 | |
| Danger strong hits: 4 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
Adicione 170.64.131.41 à lista de bloqueio do seu firewall. Revise logs para conexões bem-sucedidas.
Outros IPs bloqueados da mesma sub-rede /24 — indica abuso sistemático desta faixa de rede.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
170.64.131.41 has been assigned a threat score of 100/100 (Critical). Uma pontuação tão alta marca um ator de ameaça crítico. Este endereço demonstrou comportamento malicioso persistente e agressivo em múltiplos vetores de detecção.
Nossa infraestrutura de monitoramento identificou 170.64.131.41, geolocalizado em Sydney, Australia, operando na rede de DigitalOcean, LLC, como fonte de atividade de rede suspeita. Nossos sensores capturaram 358 requisições maliciosas deste endereço em um período de 3 dias, refletindo uma cadência de ataque sustentada de ~119.3 requisições por dia. Classificado como IP de hosting, este endereço provavelmente funciona em um servidor alugado ou instância em nuvem. Nossos registros mostram 1,244 IPs maliciosos originados de Australia, posicionando-o como um contribuinte importante para atividade de ameaças global. Uma pontuação de 100/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP belongs to a hosting or data center provider. Malicious traffic from hosting infrastructure often originates from compromised VPS instances, rented servers used for scanning campaigns, or abused free-tier cloud accounts. Hosting providers typically respond to abuse reports within 24-72 hours.
Prototype pollution manipulates JavaScript object prototypes to inject properties that affect all objects in an application. This can lead to denial of service, property injection, and in some cases remote code execution in Node.js applications.
Attacks targeting software supply chains compromise trusted update mechanisms to distribute malware at scale. Dependency confusion, typosquatting in package registries, and compromised build pipelines threaten even organizations with strong direct security postures.