
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| UA changed for same IP | Múltiplos User-Agents — técnica de rotação de bot | +25 | |
| Danger strong hits: 4 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 | |
| Burst: 13 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 13 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Danger strong hits: 6 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 | |
| Burst: 18 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 18 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 17 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 17 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 16 req / 2s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Burst: 16 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 161.35.65.125 mostra comportamento UA suspeito. Bloqueie requisições com User-Agent vazio.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 161.35.65.125.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 22 | SSH | Low | Secure Shell — common brute force target for remote access |
| 80 | HTTP | Low | HTTP web server — standard web traffic |
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2023-44487 | NVD → |
| CVE-2025-23419 | NVD → |
🔴 Este host possui 2 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Mesmo um pequeno número de CVEs pode representar risco significativo. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
161.35.65.125 has been assigned a threat score of 195/100 (Critical). Esta é uma ameaça de nível crítico. Administradores de sistemas devem tratar este IP como hostil e bloquear todas as conexões de entrada sem exceção.
The following attack categories were identified:
O endereço 161.35.65.125 se origina de Frankfurt am Main, Germany, operando na rede de DigitalOcean, LLC. Foi identificado por meio de análise automatizada do tráfego de rede nos endpoints monitorados. Ao longo de 1 dias, este IP gerou 4 requisições maliciosas, com média de aproximadamente 4 requisições por dia. Este endereço pertence a um provedor de datacenter ou hosting em nuvem. IPs de hosting são frequentemente aproveitados por agentes de ameaças que alugam instâncias VPS baratas especificamente para realizar ataques. Dois padrões de ataque foram identificados (User-Agent Anomaly e Request Flooding), sugerindo uma campanha semi-automatizada que visa múltiplas vulnerabilidades. Germany atualmente responde por 102 IPs bloqueados em nosso banco de dados, sendo uma fonte significativa de tráfego malicioso. Uma pontuação de 195/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP belongs to a hosting or data center provider. Malicious traffic from hosting infrastructure often originates from compromised VPS instances, rented servers used for scanning campaigns, or abused free-tier cloud accounts. Hosting providers typically respond to abuse reports within 24-72 hours.
TLS fingerprinting creates unique identifiers based on how clients negotiate encrypted connections. The JA3 and JA4 methods generate hashes from TLS ClientHello parameters, enabling identification of specific tools and malware regardless of IP address changes.
Immutable, offline backups remain the most effective defense against ransomware. The 3-2-1 rule — three copies on two media types with one offsite — combined with regular recovery testing ensures business continuity after encryption attacks.