
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| UA changed for same IP | Múltiplos User-Agents — técnica de rotação de bot | +25 | |
| Danger strong hits: 15 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +100 | |
| Danger medium hits: 10 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +60 | |
| Burst: 14 req / 10s | Taxa de solicitações anormalmente alta — varredura | +35 | |
| Imported from old blocklist | Anomalia comportamental detectada automaticamente | +0 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 157.20.32.165 mostra comportamento UA suspeito. Bloqueie requisições com User-Agent vazio.
Implemente limit_req_zone no nginx. Implante CDN com proteção DDoS. Configure SYN cookies para controlar 157.20.32.165.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 23 | Telnet | Critical | Telnet — unencrypted remote access, extremely dangerous if exposed |
| 80 | HTTP | Low | HTTP web server — standard web traffic |
| 2000 | Unknown | Low | Service on port 2000 |
| 3000 | Unknown | Low | Service on port 3000 |
⚠️ Foram detectadas 1 porta de alto risco em 157.20.32.165. Telnet (23) transmite credenciais em texto plano — provavelmente um dispositivo IoT comprometido. Estes serviços não devem ser acessíveis publicamente sem regras rígidas de firewall.
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2024-38474 | NVD → |
| CVE-2013-4365 | NVD → |
| CVE-2024-38475 | NVD → |
| CVE-2025-59775 | NVD → |
| CVE-2011-2688 | NVD → |
| CVE-2025-55753 | NVD → |
| CVE-2013-0942 | NVD → |
| CVE-2007-4723 | NVD → |
| CVE-2024-24795 | NVD → |
| CVE-2024-36387 | NVD → |
| CVE-2024-27316 | NVD → |
| CVE-2013-0941 | NVD → |
| CVE-2012-3526 | NVD → |
| CVE-2025-58098 | NVD → |
| CVE-2023-38709 | NVD → |
| CVE-2024-38476 | NVD → |
| CVE-2025-23419 | NVD → |
| CVE-2024-42516 | NVD → |
| CVE-2025-49630 | NVD → |
| CVE-2025-66200 | NVD → |
| CVE-2024-40898 | NVD → |
| CVE-2011-1176 | NVD → |
| CVE-2024-39573 | NVD → |
| CVE-2025-53020 | NVD → |
| CVE-2023-44487 | NVD → |
🔴 Este host possui 39 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Este volume sugere software severamente desatualizado. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
157.20.32.165 has been assigned a threat score of 220/100 (Critical). Com esta classificação, o IP se enquadra na faixa de severidade crítica — entre os endereços mais perigosos em nosso banco de dados de monitoramento.
The following attack categories were identified:
Nossa infraestrutura de monitoramento identificou 157.20.32.165, geolocalizado em Jakarta, Indonesia, operando na rede de PT Intercloud Digital Inovasi, como fonte de atividade de rede suspeita. Durante sua janela de observação de 1 dias, registramos 3 requisições hostis deste IP — aproximadamente 3 por dia em média. Classificado como IP de hosting, este endereço provavelmente funciona em um servidor alugado ou instância em nuvem. Dois padrões de ataque foram identificados (User-Agent Anomaly e Request Flooding), sugerindo uma campanha semi-automatizada que visa múltiplas vulnerabilidades. Nossos registros mostram 175 IPs maliciosos originados de Indonesia, posicionando-o como um contribuinte significativa para atividade de ameaças global. Uma pontuação de 220/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP belongs to a hosting or data center provider. Malicious traffic from hosting infrastructure often originates from compromised VPS instances, rented servers used for scanning campaigns, or abused free-tier cloud accounts. Hosting providers typically respond to abuse reports within 24-72 hours.
Analyzing User-Agent strings reveals automated tools masquerading as legitimate browsers. Inconsistencies between claimed browser capabilities and actual behavior, impossible version combinations, and known scanner signatures help identify malicious clients.
Analyzing attack patterns at the AS (Autonomous System) level reveals which networks harbor the most malicious activity. Some ASes have abuse rates orders of magnitude higher than average, indicating lax enforcement of acceptable use policies.