
ABUSE.MOM — COMPORTE-SE OU SERÁ EXPOSTO
| Assinatura | Descrição | Pontos | Gravidade |
|---|---|---|---|
| Danger strong hits: 1 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +25 | |
| Danger medium hits: 1 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +10 | |
| 404 ratio >= 60% | Maioria das solicitações retornou 404 — enumeração | +25 | |
| POST requests present | Anomalia comportamental detectada automaticamente | +8 | |
| Danger strong hits: 3 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +75 | |
| Danger medium hits: 2 | Risco médio: painéis admin, arquivos de configuração | +20 | |
| Danger strong hits: 2 | Caminhos de alto risco: shells, RCE, exploits | +50 | |
| 404 ratio 40-60% | Maioria das solicitações retornou 404 — enumeração | +15 |
Solicitações HTTP reconstruídas dos logs do servidor. Domínios alvo ocultados por segurança.
* Typical request patterns for detected signatures. Actual target domains are redacted.
IP 14.201.212.18 está enumerando diretórios. Configure fail2ban com jail apache-404 após 10+ erros 404.
Dados de reconhecimento de rede do Shodan. Portas abertas podem indicar serviços em execução, configurações incorretas ou superfícies de ataque.
| Port | Service | Risk | Description |
|---|---|---|---|
| 22 | SSH | Low | Secure Shell — common brute force target for remote access |
| 80 | HTTP | Low | HTTP web server — standard web traffic |
| 443 | HTTPS | Low | HTTPS web server — encrypted web traffic |
| 5060 | Unknown | Low | Service on port 5060 |
| 50100 | Unknown | Low | Service on port 50100 |
| CVE ID | Link |
|---|---|
| CVE-2019-9516 | NVD → |
| CVE-2023-44487 | NVD → |
| CVE-2016-20012 | NVD → |
| CVE-2019-6109 | NVD → |
| CVE-2025-23419 | NVD → |
| CVE-2019-6110 | NVD → |
| CVE-2021-41617 | NVD → |
| CVE-2025-32728 | NVD → |
| CVE-2025-26465 | NVD → |
| CVE-2023-48795 | NVD → |
| CVE-2019-9511 | NVD → |
| CVE-2021-23017 | NVD → |
| CVE-2007-2768 | NVD → |
| CVE-2023-51767 | NVD → |
| CVE-2019-16905 | NVD → |
| CVE-2023-51385 | NVD → |
| CVE-2018-15919 | NVD → |
| CVE-2008-3844 | NVD → |
| CVE-2021-3618 | NVD → |
| CVE-2021-36368 | NVD → |
| CVE-2018-20685 | NVD → |
| CVE-2019-9513 | NVD → |
| CVE-2020-14145 | NVD → |
| CVE-2023-38408 | NVD → |
| CVE-2020-15778 | NVD → |
🔴 Este host possui 27 CVEs conhecidos associados aos seus serviços expostos. Este volume sugere software severamente desatualizado. Revise cada CVE no banco de dados NVD.
Fonte: Shodan InternetDB. Escaneado independentemente do abuse.mom.
Este IP foi verificado nas principais listas negras DNS usadas por servidores de e-mail e firewalls.
Verificado: Spamhaus, SpamCop, Barracuda, SORBS, CBL, UCEProtect.
14.201.212.18 has been assigned a threat score of 103/100 (Critical). Com esta classificação, o IP se enquadra na faixa de severidade crítica — entre os endereços mais perigosos em nosso banco de dados de monitoramento.
The following attack categories were identified:
A análise de inteligência de ameaças vinculou 14.201.212.18 a atividade maliciosa originada de Melbourne, Australia, operando na rede de TPG Internet Pty Ltd. O endereço está sob observação desde sua detecção inicial. Ao longo de 19 dias, este IP gerou 7 requisições maliciosas, com média de aproximadamente 0.4 requisições por dia. Este é um endereço IP residencial, sugerindo um dispositivo doméstico comprometido como roteador, aparelho inteligente ou estação de trabalho infectada participando de uma botnet. O IP exibe comportamento de enumeração de diretórios, solicitando sistematicamente caminhos inexistentes. Australia atualmente responde por 106 IPs bloqueados em nosso banco de dados, sendo uma fonte significativa de tráfego malicioso. Uma pontuação de 103/100 coloca este endereço no nível mais alto de severidade.
This IP is classified as residential, suggesting it may belong to a compromised home device, IoT botnet member, or an infected personal computer. Residential IPs involved in attacks often indicate malware infection without the owner's knowledge.
SQL injection remains one of the most common web attack vectors. Attackers inject malicious SQL code through input fields to extract database contents, modify data, or gain administrative access. Automated scanners test for SQLi vulnerabilities at massive scale.
Cryptojacking hijacks computing resources to mine cryptocurrency without consent. Indicators include unusual CPU usage, specific network connections to mining pools, and JavaScript miners embedded in compromised websites. Server-side cryptojacking can persist undetected for months.